Saiba quem substituirá Fejsa no Dragão

Fejsa saiu lesionado no encontro frente ao Dínamo de Kiev e, ao que tudo indica, será baixa para o clássico de domingo com o FC Porto. A importância do sérvio na equipa é evidente e a sua lesão é um duro golpe na estratégia de Rui Vitória.  Para termos uma ideia, na última temporada, nas quatro derrotas que o Benfica sofreu na Liga, Fejsa não esteve presente em nenhum dos encontros. Já este ano, o médio foi titular em 14 jogos, estando a realizar o melhor arranque desde que está em Lisboa.

O Box-to-Box decidiu olhar para o plantel dos “encarnados” e ver quais as opções que Rui Vitória tem à sua disposição para substituir o internacional sérvio.

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A nossa escolha:

Samaris – É o substituto natural de Fejsa. O grego regressou recentemente de lesão e, desde então, tem entrado aos poucos na equipa. Quando o médio sérvio saiu lesionado na partida da passada terça-feira, Samaris foi escolhido para entrar, mesmo com outras opções no banco. O internacional grego oferece segurança defensiva, qualidade de passe e projeção ofensiva. Quando melhorar o seu posicionamento e a capacidade de antecipação irá efetuar menos faltas e oferecerá mais consistência defensiva à equipa.

Outras opções:

André Almeida – Apesar de ser mais utilizado como defesa direito, a sua posição de origem é médio defensivo, tendo já desempenhado essas funções com Rui Vitória. O internacional português é aquele jogador que todos os treinadores gostam de ter no plantel, pois tem uma boa performance em várias posições do terreno. No meio-campo, André Almeida dá essencialmente segurança e coesão defensiva, o que pode ser importante no jogo de domingo. A nível ofensivo, o A. Almeida é mais limitado, não tendo a capacidade de passe de Samaris, por exemplo.

Danilo – O médio brasileiro chegou esta época à Luz com uma grande dúvida em relação à sua posição: será 6 ou 8? A verdade é que é uma opção válida para os dois lugares, embora tenha técnica para jogar mais adiantado no terreno. Uma lesão atrasou a sua integração na equipa e isso faz com que parta em desvantagem em relação às restantes opções. Nos minutos que já acumulou com a camisola das “águias”, o brasileiro mostrou técnica e resistência, podendo dar algum esclarecimento e força na zona intermediária.

Celis – O colombiano está ainda em fase de adaptação a uma nova realidade e lançá-lo num jogo desta importância poderia ser um risco e deixar o jogador em xeque com os adeptos. Nos jogos que já disputou pelos “encarnados”, Celis mostra ainda estar fora da ideia da equipa e alguma imprudência na disputa dos lances. Terá de entrar na dinâmica do grupo e controlar a agressividade para se tornar uma opção realmente válida.

Texto Lourenço Martins de Carvalho
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