AS Roma 0 x 3 FC Porto: Porto na fase de grupos da Liga dos Campeões

Onzes Iniciais:

AS Roma: Szczeny;  Bruno Peres, Manolas, De Rossi, Juan Jesus; Strooman, Paredes (Emerson 42’), Nainggolan, Salah, Perotti e Dzeko (Iturbe 59’);

FC Porto: Casillas; Maxi (Layun 45+2), Felipe, Marcano, Alex Telles; Danilo, Herrera, André André; Otávio, (Sérgio Oliveira 57’), Corona e André Silva (Adrian 66’);

Depois do empate a uma bola na primeira mão, os dragões foram a Roma vencer por 3-0, garantindo assim a entrada na fase de grupos da Liga dos Campeões

Na capital italiana e com o Vaticano ali ao lado, levou a melhor o treinador com Espírito Santo no nome. O técnico português viu o Porto começar melhor e, logo aos oito minutos, Felipe fez por merecer absolvição do pecado cometido na passada quarta-feira no Dragão. Num livre superiormente executado por Otávio, o central brasileiro subiu aos céus para abrir o marcador no Olímpico de Roma.

O central nas altura emendou o problema que começou no Dragão ao marcar o primeiro golo do jogo

O central nas altura redimiu-se do autogolo que marcou no Dragão. Imagem: Lusa

Esperava-se que o jogo anima-se mas, ao invés, a partir daqui entrou-se num período de jogo muito morno que só aqueceu aos 36 minutos quando o possante Dzeko, dentro da área, conseguiu receber em condições uma das muitas bolas longas da Roma e soltar para Salah que obrigou Casillas  a defesa atenta.

Aos 39 minutos é o capitão romano, Daniele De Rossi quem comete o primeiro pecado capital deste jogo. Num lance, aparentemente normal, tem uma entrada de pitons sobre Maxi Pereira, não dando outra hipótese a Szymon Marciniak, árbitro deste jogo que não a expulsão. O lateral uruguaio esse saiu, minutos depois, lesionado.

Precisamente na mesma tentação caiu, já na segunda parte o jogador que Spaletti havia lançado para equilibrar a linha defensiva da Roma. Emerson, conseguiu ainda mais feia, agora sobre Jesus Corona.

Estava sentenciada a partida. Se não estava ficou aos 73 quando, em contra ataque, Herrera descobriu o outro mexicano, Layun que foi por ali fora, contornou um desamparado Szczeny e aumentou para 2-0.

Dois minutos depois a santa unção para os italiano. Jesus Corona (a par do treinador Nuno, o outro elemento do Futebol Clube do Porto cujo nome tem ligações divinas), outra vez em contra ataque fez o 3-0 e colocou os dragões na fase de grupos da Liga dos Campeões, -completando assim o lote de três representantes lusos na prova rainha de clubes da europa.

 

Destaques:

 Otávio  – Depois da lesão de Maxi até foi o primeiro a sair, ainda assim, estava a ser um dos elementos mais desequilibrados do Porto e do jogo. Foi dele o cruzamento no golo de Felipe e teve ainda várias arrancadas que tentavam remar contra o ritmo baixo do jogo.

Herrera – O cérebro desta equipa do Porto parece estar em todo o lado. Hoje, enquanto Maxi estava de fora e Layun não entrava ocupou, por minutos, o lugar de defesa direito. Corou uma exibição sólida com uma assistência para o segundo golo portista.

Felipe e Marcano – Depois do erro do primeiro do jogo da primeira mão, hoje os centrais do Dragão estiveram irrepreensíveis. Raramente perderam um lance e Felipe até marcou o primeiro do Porto.

 

*Texto por: David Agostinho

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