CSKA Moscovo 3 – 1 Sporting (4-3 em agregado) – Sombra da final de 2005 paira em Moscovo

Sporting:

Téo Gutiérrez: Marcou o golo que desbloqueou o marcador em Moscovo. Sempre inquieto, a tentar puxar os centrais para abrir espaços aos extremos para estes tentarem fazer as diagonais. Saíu aos 60′ minutos, sendo apenas o golo o maior destaque da sua exibição.

João Pereira: Continua a ser a maior lacuna da defesa sportinguista. As duas epócas nas quais não foi opção regular tiveram o seu efeito no experiente lateral direito. Já não tem o mesmo poder de explosão e, em lances com avançados como Musa nos quais a velocidade é determinante, este aspecto pode decidir o jogo.

Aquilani: Encaixou neste sistema táctico de Jorge Jesus muito bem, tentando pautar o ritmo de jogo. Mostra a tipíca experiência e classe de um médio centro italiano com passes exacto. Ainda é óbvio o desgaste de dois meses sem treino, mas com tempo de jogo e com a contínua aposta de Jorge Jesus, pode vir a ser uma aposta fundamental do técnico leonino.

Jorge Jesus: O técnico leonino ia com um objectivo claro para Moscovo: tentar marcar e, acima de tudo, não sofrer um único golo. Durante os primeiros 30 minutos tudo parecia correr bem com o Sporting por cima e muito objectivo nas suas transições defesa-ataque. Depois de sofrer os dois golos do CSKA, o experiente treinador tentou agarrar o resultado à espera do prolongamento, no entanto não o conseguiu fazer, sofrendo o terceiro golo que ditou assim a eliminação dos seus pupilos da Champions, tendo-se de contentar agora com a Liga Europa.

CSKA Moscovo:

Doumbia: Desde que se transferiu, por empréstimo, da Roma para o CSKA se soube que este dianteiro costa-marfinense ia ter nos seus pés, a capacidade de decidir esta eliminatória. Marcou em ambos os jogos e, durante este jogo, foi o homem mais perigoso do ataque moscovita numa contínua busca pelas redes da baliza defendida por Rui Patrício

Musa: Possuidor de uma velocidade estonteante, deixando para trás qualquer adversário, Musa revelou ser uma dor de cabeça para todo o quarteto defensivo leonino deixando a defesa leonina alarmada cada vez que se aproximava com a bola. A sua inquietude e a sua constante busca de espaços acabou por ser fundamental, tendo ele marcado o golo que ditou a eliminação do Sporting da Liga dos Campeões.

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