XI da Primeira Liga – Escolhas Painel Box-to-Box

Findou o campeonato português. E não há melhor altura para definir o onze ideal da Primeira Liga na qual o Benfica se sagrou campeão nacional.
As escolhas feitas através dos votos dos colaboradores do Box-to-Box resultaram na elite que jogou esta temporada.

GR: Júlio César – O imperador devolveu a tranquilidade que Artur nunca conseguiu transmitir à equipa. Bem posicionado, sabe jogar com os pés e é guarda-redes da equipa grande: quando é solicitado responde com enorme classe! Sem dúvidas, o melhor desta liga.

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DD: Danilo – O lateral brasileiro fez mais uma época a grande nível e viu confirmada, em janeiro, a transferência para o Real Madrid. Ainda assim, não se deslumbrou e foi o melhor numa luta intensa com Maxi Pereira.
Vai deixar saudades…

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DC: Luisão – Mais uma época tremenda do girafa! Seguro e confiante, foi sempre o líder da armada benfiquista. O seu registo pessoal de golos não foi dos melhores, mas o seu contributo para a boa forma defensiva foi vital.

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DC: Jardel – Apontado por muitos como o elo mais fraco da equipa encarnada, não se deixou levar pelas críticas e mostrou ter carácter. A segunda volta do campeonato foi notável e marcou golos importantíssimos (aquele apontado em Alvalade quase no fim da partida, é um exemplo!).

SL BENFICA - ESTORIL PRAIA MEIA-FINAL - TACA DE HONRA DA AF LISBOA

DE: Alex Sandro – O brasileiro dispensa apresentações e, mais uma vez, conquistou o seu lugar no onze da temporada. Teve algumas partidas em que não teve o melhor dos rendimentos, mas a falta de bons laterais esquerdos no campeonato faz com que Alex Sandro consiga ser o melhor sem grande esforço.

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MD: Nani – O extremo português voltou a “casa” e recuperou os índices de confiança. Fundamental em alguns jogos, individualista noutros, a verdade é que Nani foi a estrela de Marco Silva, e merece um lugar na elite do campeonato.

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MC: Samaris – O grego começou mal a temporada. A jogar numa posição em que não tinha rotinas, os seus primeiros jogos foram completamente desastrados. Mas à medida que os minutos acumulavam nas pernas do grego as rotinas iam solidificando. Acaba a época em grande forma e na retina ficam aqueles “jogões” contra Sporting (em Alvalade) e  FC Porto (na Luz).

FUTEBOL - Samaris durante o jogo SL Benfica - Boavista 19 Jornada da Liga de Futebol realizado no Estadio da Luz. Sabado 31 de Janeiro de 2015. (ANTONIO AZEVEDO/ASF)

MC: Oliver – O miúdo é uma máquina. Os seus passes são sempre precisos e joga em alta rotação. Foi vítima da rotatividade de Lopetegui, mas nem assim deixou de realizar grandes partidas enquanto médio de transição ora a falso extremo. Um talento que certamente terá lugar no plantel do Atlético de Madrid, na próxima temporada.

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ME: Gaitán – O argentino está às portas de Manchester e será um prémio inteiramente merecido. Época extremamente regular, rei das assistências e alguns golos apontados em momentos complicados. Essencial no sistema de Jorge Jesus, as águias sofriam de falta de criatividade quando Nico estava de fora.

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A: Jackson – Uma besta! Uma dor de cabeça para qualquer defesa! 21 golos neste campeonato, foi o rei dos marcadores e o salvador dos dragões nos momentos mais dramáticos. O melhor avançado a atuar em Portugal tem qualidade para dar o salto para um clube de topo,e isso deverá acontecer este verão. Não é um jogador para este campeonato.

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A: Jonas – Que classe! Quem diria que o avançado dispensado pelo Valência de Nuno Espírito Santo iria ser o maior rival de Jackson na luta pelo melhor artilheiro da liga. Sabe tratar bem a bola, sabe vir ao espaço entre-linhas buscar a batuta e sabe finalizar (seja de cabeça, seja com os pés). Um autêntico achado este veterano brasileiro. Pena que só tenha sido opção a partir de Novembro…

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Mister: Jorge Jesus – O treinador do Benfica conseguiu superar um FC Porto carregado de estrelas e isso, por si só, é um enorme feito. Desde do início da temporada que se percebeu que JJ estava focado somente no campeonato e na revalidação do título. Objectivo traçado, meta alcançada. E assim se entra na história. Seis épocas, três campeonatos.

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