QUAIS OS JOGADORES QUE DERAM NAS VISTAS NESTE MUNDIAL? OS PRODÍGIOS… E OS POSSÍVEIS REFORÇOS DOS COLOSSOS EUROPEUS

Este post refere-se a jogadores que se tenham destacado neste campeonato do mundo, nas respetivas seleções e que no próximo mercado de transferências possam ser cobiçados por alguns dos maiores colossos europeus.

Para a primeira fase escolhemos um jogador de cada uma das 8 seleções eliminadas entre o Grupo E e H:

ENNER VALENCIA (EQUADOR- PACHUCA) – este avançado móvel foi o principal destaque da seleção do Equador. Levou completamente a equipa às costas, sendo ele o único a faturar as redes adversárias (3 golos). Antes deste Mundial, também já tinha sido o melhor marcador do campeonato Mexicano (18 golos). Não é um jogador que dê muito nas vistas mas tem faro de golo e consegue estar sempre no sítio certo para finalizar. Certamente, um jogador que poderá dar o salto para o futebol europeu na próxima época.

BENGTSON (HONDURAS- NE REVOLUTION) – uma seleção sem grandes craques, é certo. Mas com um enorme poder e ‘ganas’ de tentar virar o jogo. Isto representa bem a característica de jogo de Bengtson. Dotado tecnicamente e com um bom poder de aceleração, este extremo foi a figura principal das Honduras. Já tem 27 anos, joga no campeonato norte-americano mas nunca é tarde para sonhar com novos e melhores voos.

BESIC (BÓSNIA- FERENCVACOS) – médio muito interessante, Besic. Fez os 90 minutos dos 3 jogos do Mundial e foi uma das figuras da equipa. Este jogador tem como principais características a qualidade de passe e recuperação de bolas, muito importante dada a sua posição de médio defensivo. Formado no campeonato alemão e já com provas dadas na 1ª liga da Hungria, este trinco de 21 anos poderá ‘fugir’ para uma liga de maior dimensão.

REZA (IRÃO- CHARLTON) – velocidade, jogo sem bola e finalização são algumas das características que fizeram deste jogador o maior destaque da seleção treinada por Carlos Queiroz. Este ponta-de-lança de 26 anos marcou apenas um golo mas poderiam ter sido muitos mais caso os guardiões não lhe tivessem tirado o pão da boca. Mostrou valor para ser opção num campeonato de maior dimensão que a 2ª liga inglesa.

WILLIAM CARVALHO (PORTUGAL- SPORTING) – William chegava à seleção em grande forma depois da grande época (revelação e afirmação) realizada ao serviço do clube leonino. Por casmurrice de Paulo Bento, não saiu do banco de suplentes e sentiu-se e muito a sua falta. Fez apenas um jogo e meio mas mostrou ser muito superior que os restantes companheiros do setor. Seguro, sabe destruir jogo e a equipa consegue respirar quando ele tem a bola no pé. William, de 22 anos, é um trinco já muito maduro para a sua idade e terá de certeza o seu futuro marcado para um grande colosso europeu, brevemente.

ANDRE AYEW (GANA- MARSELHA) – numa seleção em que os problemas entre o treinador e os jogadores mais conceituados eram mais que evidentes, foi a nova geração a ter de dar nas vistas. Ayew foi umas estrelas maiores. O ‘playmaker’ do Marselha trouxe irreverência ao ataque e saiu praticamente sempre dos pés dele as melhores jogadas da equipa ganesa. É um jogador polivalente porque além de jogar no meio, também incorpora na perfeição a posição de extremo. Ayew tem 24 anos e estará a entrar agora na melhor fase da carreira. Talvez grande demais para o Marselha, não?

KOKORIN (RÚSSIA- DYNAMO MOSCOVO) – a Rússia foi sem dúvida, umas das decepções da prova. Futebol muito fraco e jogadores a parecerem sem vontade de dar os seus máximos. Kokorin foi talvez a excepção. Este avançado merecia mais neste Mundial. Ainda fez o gosto ao pé por uma vez mas não chegou para levantar a moral dos seus companheiros. Kokorin, de 23 anos, é um avançado móvel mas muito completo. Chuta bem com os dois pés e tem movimentos técnicos extraordinários. Está desde o início da sua carreira no Dynamo mas deve estar para breve a sua saída do campeonato russo.

SON HEUNG-MIN (COREIA DO SUL- BAYERN LEVERKUSEN) – a seleção da Coreia do Sul atravessa uma fase de remodelação do plantel. Esta nova geração teve a sua primeira competição Mundial de futebol e devido a essas circunstâncias não conseguiram ser surpresa. Son Heunh-Min é talvez o jogador mais talentoso da seleção asiática. Já joga num dos maiores do campeonato germânico e isso dá-lhe sem dúvida o gabarito de estrela, apesar dos tenros 21 anos. É um jogador rapidssimo, joga bem com os dois pés e tem no um-para-um uma das suas maiores qualidades. É jovem, já joga num grande mas a pergunta fica no ar: poderá este avançado vir a ser um dos melhores do Mundo? O futebol asiático agradecia!

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