Nulo entre Grécia e Japão num jogo fraco de futebol; Expulsão de Katsouranis acabou por não condicionar o jogo

Registou-se hoje em Natal, o último jogo da noite que opôs as selecções da Grécia e do Japão. Num jogo baseado durante todo o encontro pela posse de bola dos japoneses e a Grécia fechada atrás, à procura de espaços de modo a surpreender a defesa contrária. Nenhum dos estilos surgiu grande efeito. O Japão até começou bem o jogo com um tridente ofensivo muito mexido (Okazaki, Osako e Okubo) mas foi perdendo fulgor no decorrendo da partida. O jogo estava mexido e em 10 minutos (28 e 38 min), Katsouranis foi expulso por acumulação de amarelos em duas jogadas similares, por parar contra-ataques nipónicos onde poderia surgir algum perigo. A partir daqui pensava-se que o Japão ia carregar mais no jogo, mas aconteceu o contrário: Torosidis no minuto seguinte quase fazia o golo, com Kawashima a estar em bom plano. O intervalo chegou com as duas equipas a parecerem contentes com o resultado. No segundo tempo, houve mais oportunidades de lado a lado. A Grécia criava perigo principalmente nas bolas paradas, aproveitando a altura dos seus jogadores (Gekas quase marcou aos 60 min) e o Japão continuava a trocar bolas e fazendo cruzamentos para a área (Okubo falhou um golo com a baliza escancarada). Uchida, novamente Okubo e ainda Endo, de livre, tentaram fazer o golo da vitória mas o guarda-redes Karnezis respondeu sempre. O jogo acabou empatado, de forma mais ou menos justa dado, a falta de convicção dos jogadores japoneses em fazer o golo. Com este resultado, a Colômbia qualificou-se ja hoje para os oitavos-de-final. Costa do Marfim (3 pontos) Japão (1 ponto) e Grécia (1 ponto) são as equipas que vão disputar o segundo lugar do grupo na próxima e derradeira jornada.

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Box-to-box: As equipas não se evidenciaram muito no jogo de hoje. Honda foi sempre um dos jogadores de referência do Japão, funcionando como um verdadeiro ‘playmaker’ na equipa. Osako e Okubo ainda imprimiram velocidade e lances de perigo no primeiro tempo mas depois quase desapareceram do encontro. Ao contrário de Uchida: o lateral do Schalke esteve em evidência na segunda parte, saindo sempre dos pés dele (pelo corredor direito) as melhores oportunidades da turma asiática. Do lado grego, destaque para a garra de Torosidis no jogo, logo depois da expulsão de Katsouranis, levando a equipa para a frente quando já se previa o pior. Kone esteve também em bom plano tanto a defender, como a aparecer na zona de ataque para finalizar.

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