EUA sofrem para vencer; desconcentração e erros defensivos a penalizarem fortemente os ganeses; contas de Portugal mais complicadas;

No último jogo do dia, Estados Unidos e Gana defrontavam-se para se distanciarem da seleção portuguesa e igualarem a seleção alemã na liderança do grupo. Os americanos não poderiam desejar um inicio melhor, logo aos 29 segundos de jogo, abriam o marcador numa bela jogada, finalizada por Dempsey, fazendo até agora o golo mais rápido deste Mundial. O Gana entrava a perder no jogo. Após o golo inaugural, o Gana começou a controlar o jogo e a chegar mais vezes à area contrária, enquanto os Estados Unidos apostavam em surpreender no contra-ataque. Apesar da grande competividade que existia no jogo, não surgiam grandes oportunidades de golo, logo não surpreendeu a chegada ao intervalo com o resultado em 1-0. Na 2º parte, o Gana a entrar mais forte e a ter várias oportunidades de golo logo nos primeiros 15 min da segunda parte. Apesar do domínio durante toda a 2º parte, o Gana só ao minuto 82º chega à igualdade por intermédio de André Ayew, no entanto a “sorte” do jogo não estava do lado do Gana pois 5 min depois de ter igualado e numa das poucas incurssões atacantes dos americanos na 2º parte, ganham um canto e na sequência deste, voltam novamente para a frente do marcador, por intermédio de John Brooks, jogador que tinha entrado na 2º parte. Resultado que não demonstra o que aconteceu no jogo, mas o cinismo americano conjugado com a ineficácia defensiva ganesa a ditarem o 2-1 deste encontro.

Box-to-Box: na seleção americana o maior destaque, é sem dúvida, Clint Dempsey fez um golo e todo o jogo ofensivo americano passa por este jogador, técnicamente acima da média, com boa chegada a aréa, será uma das maiores ameaças para a seleção portuguesa; também nos Estados Unidos uma referência ao seu guarda redes experiente Tim Howard, que é um porto seguro para toda a sua equipa, o guarda redes do Everton é um jogador que vale pontos; do outro lado, o ex jogador portista, Christian Atsu esteve em destaque ao serviço da sua seleção, sendo um dos mais esclarecidos da sua equipa, velocidade, técnica, remate e boa qualidade de cruzamentos, são elementos que se destacam neste jogador; também Asamoah Gyan esteve bem ao longo do jogo onde poderia ter ficado na lista de marcadores, é um jogador acima da média e não se compreende a sua opção em ir jogar para os Emirados Árabes Unidos, visto que tem 28 anos e ainda poderia estar mais algum tempo na Europa.

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